Microsserviços Reativos na Prática: isolamento, autonomia e consistência eventual
Um dos pilares da arquitetura de microsserviços é o famoso “dividir para conquistar”. A ideia é simples na teoria e profunda na prática: quebrar um sistema grande em serviços menores, bem definidos e isolados, que se comunicam por contratos claros. Esse modelo não é apenas uma escolha técnica, mas uma estratégia para alcançar resiliência, escalabilidade e evolução contínua. Quando falamos de microsserviços bem projetados, estamos falando de isolamento real. Não apenas isolamento de código, mas de tempo, espaço e estado. Serviços precisam ser capazes de Continue→