Hacker “Fantasma” usava malware em Java, IA e infraestrutura própria para invadir empresas e órgãos públicos
O hacker apelidado de “Fantasma”, preso pela polícia durante a Operação Intruder em maio de 2026, teria operado uma estrutura sofisticada de invasão cibernética baseada em malware do tipo RAT, inteligência artificial, servidores próprios e técnicas avançadas para escapar de sistemas de defesa. Embora o apelido tenha ganhado notoriedade, “Fantasma” não era a assinatura usada pelo suspeito no submundo digital. Segundo autoridades, o nome foi adotado pela própria investigação para descrever a dificuldade de rastrear sua atuação em ambientes como deep web e dark web. Continue→