Uma tecnologia inédita capaz de detectar batimentos cardíacos à distância foi utilizada pela CIA em uma operação de resgate no sul do Irã. O sistema, conhecido como “Ghost Murmur” (ou “Sussurro Fantasma”), permitiu localizar um aviador americano abatido em território hostil.
A ferramenta combina magnetometria quântica com inteligência artificial para identificar a assinatura eletromagnética do coração humano, distinguindo-a do ruído do ambiente — algo nunca antes aplicado em uma missão real.
Como a tecnologia funcionou na prática
A magnetometria quântica utiliza propriedades da física quântica para medir campos magnéticos com altíssima precisão. No caso do “Ghost Murmur”, essa capacidade foi usada para detectar os batimentos cardíacos de uma pessoa escondida.
O piloto, identificado como “Cara 44 Bravo”, sobreviveu por dois dias após seu caça F-15 ser abatido. Ele permaneceu escondido em uma fenda montanhosa enquanto forças iranianas realizavam buscas intensas na região, inclusive com recompensas por sua captura.
Embora o aviador tenha acionado um dispositivo de localização convencional, sua posição exata continuava incerta. O ponto decisivo ocorreu quando ele saiu brevemente do esconderijo para emitir sinal, permitindo que o sistema confirmasse sua localização com precisão.
As condições do ambiente também ajudaram: a baixa interferência eletromagnética, a pouca presença humana e o contraste térmico do deserto facilitaram a detecção do sinal vital.
Operação complexa e de alto risco
A missão mobilizou centenas de militares dos Estados Unidos e diversas aeronaves. Durante a operação, dois aviões chegaram a ser inutilizados em solo e precisaram ser destruídos, mas não houve registro de mortes entre as forças americanas.
Origem da tecnologia
O “Ghost Murmur” teria sido desenvolvido pela divisão secreta Skunk Works, pertencente à Lockheed Martin. Antes da missão, o sistema já havia sido testado em helicópteros Black Hawk, com संभाव possibilidade futura de integração em caças mais avançados como o F-35.
Autoridades americanas fizeram menções indiretas à tecnologia em declarações públicas. O diretor da CIA confirmou que foi possível verificar que o piloto estava vivo, enquanto o então presidente comparou a operação a “encontrar uma agulha no palheiro”.
Apesar do sucesso, muitos detalhes permanecem sob sigilo, incluindo o tempo de processamento do sistema e possíveis aplicações além de resgates.
Tensões no ambiente digital
Paralelamente, a Lockheed Martin teria sido alvo de um ataque cibernético por parte do grupo hacktivista Handala Hack Team. Segundo o coletivo, foram obtidos dados pessoais e de localização de funcionários ligados a projetos militares estratégicos.
A ação, chamada de “Operação Lockheed Martin”, teria como alvo engenheiros envolvidos em programas como os caças F-22 e o sistema antimíssil THAAD.
Um avanço com muitas incógnitas
Embora o uso do “Ghost Murmur” represente um avanço significativo em tecnologia de rastreamento, ainda não está claro até onde suas capacidades podem chegar. O sistema permanece envolto em sigilo, levantando questões sobre seus limites e possíveis usos futuros.